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Mostrando postagens de Novembro 7, 2015

Caminhos traçados

Havia uma novela nos anos setenta chamada " O homem que deve morrer”. Na abertura, não lembro bem se era dentro do tema musical ou em off, na voz de um loucutor, ouvia-se a frase “ando por caminhos que nunca foram abertos”. Tudo induzia ao clima de suspense da história.
Mas o que pretendo com esta introdução é falar sobre as memórias infantis que volta e meia surgem e via de regra, produzem uma sensação de melancolia boa, caso seja possível existir esta acepção para este sentimento. De todo modo, são lembranças de um tempo muito feliz, pelo menos nos momentos em que compartilhei com alguns amigos.
Nesta época, um amigo da escola e eu, tínhamos provavelmente 12 ou 13 anos, costumávamos pegar um ônibus para voltar para a casa. Só que eram linhas opostas, enquanto o meu coletivo tinha a direção do bairro cidade nova, o do meu amigo era no rumo do bairro Santa Teresa.
Saímos do colégio e caminhávamos pela rua 24 de maio até a praçaTamandaré. Atravessávamos as pequenas vielas entre os c…