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Mostrando postagens de Setembro 28, 2015

DO TANGO AO SAMBA-CANÇÃO

Estávamos os quatro a caminho da festa de Natal. Uma destas festas organizadas pelo grupo, como faz a maioria das instituições e empresas na época natalina. A tarde se esvaía em reflexos avermelhados no céu, dando lugar a uma noite límpida que se antecipava aos nossos olhos. Estávamos felizes. Eu, minha amiga, Suelen, (a mesma da crônica “trágico como um tango”), Dinarte, um dos colegas que nos acompanhava e Celina. Um dia falarei destes últimos, tipos bem distintos ressaltando características pessoais muito peculiares.
Hoje falarei de nossa festa de Natal. Suelen revelava-se como sempre irreverente, a começar pela trança artificial que compusera o penteado, o que já de antemão nos fez rir.
Nossa vida, apesar dos problemas comuns a qualquer mortal, não passava de uma grande brincadeira. Nos divertíamos com tudo e também nos emocionávamos com fatos que despertavam, de alguma forma, nossa sensibilidade. De toda maneira, éramos felizes e partilhávamos juntos esta alegria de viver, contagi…